Setembro, 22 ~ a visita do Ricardo ;)




Ricardo Morais, Fernando Pessoa

a surpresa

da visita - da prenda

Ricardo foi aluno da A.A.

(2008-2009/2010-2011)





Julho, 14 - E.S. ~ "era uma vez uma Nobre profissão"***







*** De G.:


"19:30 e adiante:


- na terra do Terra, a «flute» de E. Bio com frutos vermelhos esteve bem com o Colar Mineral de S. G. - escolha do trio T. A. + E. M. + C. F.


D. lembra-se que, nos primeiros tempos do Velho Palácio, a palavra que foi encontrando para selar o Estilo de E. S. foi: MATERNAL


Explicando: autoridade suave para as Viagens com Meninos e Meninas.


É a Palavra que mantém, havendo outras, naturalmente - apesar de algumas agudezas recentes, mais do contexto que da Própria, reconheça-se.


E. S. é uma das últimas do «era uma vez uma Nobre profissão», quando a Carreira ainda não fora arrasada - e o Mérito ainda não era medido a «gráficos de Barras»


Sai de Cena - de preferência para Outra - com a Leveza de uma Idade que «passou a perna ao Tempo Cronológico» - registe-se a Raridade


[não peçam discursos a D. - Emb(r)uchou]


[Camões esteve como Anfitrião, também]


ALELUIA"


a beiroa, com o pormenor da gravura do Magnífico Anfitrião,sonha

hum...hum...

SI J'ETAIS RICHE

...





Junho, 19 ~ CCB - Concerto em Memória de José Saramago





imagem - aqui



Música de Joseph Haydn

Textos de José Saramago

19 Jun 2011 - 18:30

GRANDE AUDITÓRIO






março, 21 ~ a árvore, a poesia




com a árvore nós partilhamos o mundo com os deuses

António Ramos Rosa, Cada Árvore é um Ser para Ser em Nós




POESIA


Esta árvore entrou no meu corpo, com as suas raízes

de fogo; devorou-me a alma, com os ramos acesos da

inspiração; corroeu cada canto do meu ser, com as

folhas brancas da sua ânsia; e em cada primavera deu

a flor mais inesperada, com a música das suas pétalas,

e o brilho da imagem que se abre quando o olhar

procura o centro da corola. É uma árvore que não seca,

nem precisa de água; que não perde folhas e flores,

apesar de invernos e outonos; que partilha o dia

com a noite, quando procuro a sua sombra, e é a sua luz

que me enche. Podia ser uma árvore de ar livre; mas

também cresce nos quartos mais obscuros, nas salas

onde se acumula o fumo e a respiração de quem vive,

nas caves onde a luz não entra. Cortam-lhe em vão as

raízes; em vão tentam apagar o seu fogo: nasce do

ser o húmus que a alimenta; corre nas veias a seiva

que a percorre. Mas não cresce sozinha; e é em ti que

encontra a sua terra mais fértil, no frio do inverno,

o ar que a envolve, quando a tua ausência a asfixia,

a água que as suas flores bebem, na aridez do estio. Tu,

com os teus dedos de hera, os teus lábios de pólen,

e o doce musgo de palavras com que envolves o seu

tronco. Árvore partilhada, abrigando as aves do amor,

deixo que os seus ramos se estendam sobre nós,

com o seu canto de nuvem, e o seu eco de floresta.


Nuno Júdice, O Estado dos Campos,

Publicações Dom Quixote, 2003, pp. 110-111






março, 19




cortesia do Prof. Goulão





Festival da Lampreia 2011






de 25 de Fevereiro a 10 de Abril

nos concelhos de Penacova, Montemor-o-Velho, Sever do Vouga e Murtosa





6 Setembro 2010 - 3 de Março 2011 ~ contentores-monoblocos







Jocardo, poético, hora da despedida lhe chama (RETRATO VIII)

aqui, céptica, interrogo(-me): encerramos, hoje, este capítulo, o dos tempos difíceis?

- e têm sido. indubitavelmente. difíceis tempos.